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segunda-feira

Taboleiro Grande teve acumulado de chuvas de janeiro a junho de 2013 de 733 mm

O geógrafo Marcos Bessa, informa ao blog que terminado o período que chamamos de inverno (período chuvoso), que compreende de janeiro a junho, Taboleiro Grande (a sede), teve um acumulado de chuvas até agora, da ordem de 733 mm quase atingindo a média anual da região Oeste que é de 778,4 mm em condições normais.
A precipitação pluviométrica é o principal elemento meteorológico que determina as estações características
(úmida e seca) do Estado. Mesmo apresentando uma variabilidade no total e nas distribuições espacial e temporal,
De ano para ano, ela determina o sucesso ou o fracasso da agricultura não irrigada. 
No Rio Grande do Norte, o índice pluviométrico médio anual, fica em torno de 823,6 mm, apresentando uma variação nas diferentes regiões de modo que a maior média anual é observada na região Leste do Estado com 1246,3 mm, e a menor na região central (630,4 mm). Na região Agreste, esse índice é de 639,1 mm, e na região Oeste (778,4 mm).
Com as chuvas tendo começado com bastante atraso nesse ano de 2013 e de forma muito irregular, embora como dito antes que a média anual quase foi alcançada pelo município de Taboleiro Grande, a colheita não deverá ser boa, tendo em vista que muitos agricultores deixaram de plantar acreditando que após março não haveria chuva suficiente para sustentar lavoura.
Mesmo assim, as chuvas trouxeram grande alento ao nosso município que se encontrava com todos os seus reservatórios, (açudes) vazios, o Cajá por exemplo, hoje está com cerca de 60% de sua capacidade total, o que dar pra atender se preciso for, a demanda da cidade.
Os meteorologistas ainda dizem que as chuvas, embora de forma irregular continuem até o mês de agosto, para quem já estava contando com uma seca sem precedentes, hoje vê o nosso inverno como um verdadeiro milagre de Deus.

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