Desse total, 63,5% acreditam que os termos de uso do WhatsApp são injustos, pois, inicialmente, alegavam "proteger a privacidade" e não há a opção de escolher quais dados serão compartilhados com o Facebook. Os usuários que não estiverem satisfeitos devem manifestar interesse em não realizar a troca de informações até o próximo sábado (24).
O estudo também mostra a desconfiança de quase metade dos usuários em relação à criptografia de ponta-a-ponta. Nele, 48% das pessoas que responderam à enquete acreditam que o conteúdo de suas conversas será compartilhado com outras empresas.
Ao que indica a pesquisa, a maior preocupação de quem usa o WhatsApp é saber como suas informações serão coletadas e se o Facebook terá acesso às conversas do aplicativo de mensagens. Segundo o órgão de defesa ao consumidor, os novos termos de uso não são didáticos e transparentes, e por isso ferem o Marco Civil da Internet.
O Idec defende ainda a abertura de um inquérito por parte do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor e do Ministério Público Federal para avaliar se há delito contra os consumidores. A proposta tem base no Código de Defesa do Consumidor e o Marco Civil da Internet, que deve verificar a mudança dos termos do uso do WhatsApp e a quebra de expectativa legítima do consumidor.
Fonte: Techtudo

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