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terça-feira

Aneel aprova reajuste de 3,38% para consumidores de energia do Rio Grande do Norte

Resultado de imagem para Aneel aprova reajuste de 3,38% para consumidores de energia do Rio Grande do NorteAs Tarifas de energia da Companhia Energética do Rio Grande do Norte (Cosern) serão reajustadas em 3,38% a partir do dia 22 de abril. O reajuste foi aprovado nesta terça-feira (18) pela diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Para os consumidores de baixa tensão, que são os residenciais, o reajuste médio será de 3,08%, já para os consumidores de alta tensão, os industriais, terão reajuste de 4,07%.
A Consern atende mais de 1,3 milhão de clientes, nos 167 municípios do Rio Grande do Norte. Segundo informações da empresa, 86% dos clientes são residenciais.

Fonte: G1

COSERN informa que tarifas de luz serão reduzidas no RN

Comunicado a Imprensa

A Companhia Energética do Rio Grande do Norte (Cosern) informa que a ANEEL decidiu nesta data por estabelecer para 90 distribuidoras de energia elétrica um ajuste extraordinário de redução nas tarifas referente à compensação da energia da Usina Nuclear de Angra 3, que vigorará no período de 01 a 30 de abril. 
A percepção da redução tarifária nas faturas dos consumidores se dará de acordo com os ciclos de leitura e faturamento de cada um, sendo que, em geral, será completada em dois meses. Como exemplo: um cliente que teve o consumo aferido entre os dias 21 de março e 20 de abril, terá 10 dias com a tarifa vigente em março e 20 dias com a nova tarifa reduzida. Na conta do mês subsequente, o consumidor perceberá uma redução proporcional no valor referente aos demais 10 dias de abril com tarifa ajustada. 
A redução tarifária, desconsiderando os tributos, será de R$ 6,75 a cada 100 kWh consumido no mês de abril - o que equivale a uma redução média de 16,66 % para os consumidores residenciais.

sábado

Conta de luz terá bandeira amarela em Março

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A bandeira tarifária que será aplicada nas contas de luz em março será amarela, ou seja, com cobrança extra de R$ 2 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A bandeira amarela é ativada quando é preciso acionar mais usinas termelétricas, por causa da falta de chuvas.
Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a previsão de chuvas nos reservatórios das hidrelétricas no mês de março ficou abaixo da expectativa anterior, o que levou a indicação de maior geração termelétrica como medida para preservar os níveis de armazenamento e garantir o atendimento à carga do sistema.

Fonte: Robson Pires

Em novembro, contas de luz terão acréscimo de R$ 1,5 a cada 100 kWh consumidos

A bandeira tarifária que será aplicada nas contas de luz no mês de novembro será a amarela, com custo de R$ 1,5 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A medida se deve às condições hidrológicas menos favoráveis, o que determinou o acionamento de usinas termelétricas, mais caras. 
Desde abril deste ano, a bandeira tarifária estava verde, ou seja, não havia custo extra para os consumidores. No ano passado, todos os meses tiveram bandeira vermelha, primeiramente com cobrança adicional de R$ 4,5 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos e, depois, com a bandeira vermelha patamar 1, que significa acréscimo de R$ 3 a cada 100 kWh. 
O sistema de bandeiras tarifárias foi adotado em janeiro de 2015 como forma de recompor os gastos extras com a utilização de energia de usinas termelétricas, mai cara do que a energia de hidrelétricas. A cor da bandeira é impressa na conta de luz (vermelha, amarela ou verde) e indica o custo da energia elétrica em função das condições de geração de eletricidade. Por exemplo, quando chove menos, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar mais termelétricas para garantir o suprimento de energia no país.

Fonte: Serrinha de Fato.

terça-feira

Contas de luz adotam bandeira amarela a partir de hoje

Começa hoje (1º) o desligamento das 21 usinas termelétricas com preço de geração de energia superior a R$ 250 por megawatt-hora (MWh). Com isso, as contas de luz passarão a adotar a cor amarela, reduzindo o custo extra para R$1,50 a cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumido. Essa taxa deixará de ser cobrada a partir de abril, quando será adotada a bandeira verde.
O sistema de bandeiras foi criado com o objetivo de informar mensalmente ao consumidor se a energia consumida por ele está mais cara ou mais barata. Com a melhora da situação dos reservatórios das hidrelétricas e a entrada de energia nova no sistema – caso, por exemplo, da fornecida pelas usinas de Belo Monte, Jirau e Santo Antônio – foi possível iniciar os desligamentos das termelétricas com custo mais caro de geração.
A decisão levou em conta também o comportamento de carga, influenciado pela redução de consumo. Apesar do cenário mais favorável, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mantém o alerta para que os consumidores façam uso eficiente de energia, de forma a combater os desperdícios e a evitar um futuro retorno às bandeiras vermelha ou amarela – o que implicaria a volta da taxa extra.
Ao fazer, em 25 de abril, o anúncio do desligamento, previsto para abril, das termelétricas com custo acima de R$ 211 por MWh, o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, disse que a adoção da bandeira verde deverá resultar em redução média entre 6% e 7% na conta de luz.
Até o final de abril, 5 mil MW gerados pelas térmicas terão sido desligados do sistema, o que representará economia total de R$ 10 bilhões ao ano. Segundo Braga, mantida a previsão positiva da situação hidrológica, mais 2 mil MW gerados em usinas térmicas poderão ser desligados nos próximos meses.
Também entram hoje em vigor as novas regras da resolução que estabelece o Sistema de Compensação de Energia Elétrica. Por meio desse sistema, é possível que o consumidor instale pequenos geradores (painéis solares fotovoltaicos, microturbinas eólicas, entre outras fontes renováveis) em sua unidade consumidora e troque energia com a distribuidora local, de forma a reduzir os gastos com energia elétrica.
Ao simplificar a norma, a Aneel estima que até 2024 mais 1,2 milhão de consumidores passem a produzir sua própria energia – o que equivaleria a uma potência instalada de 4,5 gigawatts.

Fonte: São Miguel News

sábado

Aneel aprova redução de 18% na bandeira vermelha, de R$ 5,50 para R$ 4,50

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), aprovou na manhã desta sexta-feira o desconto de 18% na bandeira tarifária vermelha. Com isso, o valor cobrado a mais nas contas de luz para cada 100 kilowatt-hora (kWh) consumidos durante a vigência dessa bandeira cairá de R$ 5,50 para R$ 4,50 a partir de setembro. A proposta de alteração foi motivada pelo desligamento de 21 térmicas no início de agosto, responsáveis pela geração de 2.000 megawatts (MW). Por se tratarem das térmicas mais caras em operação, a economia de custos estimada até o fim do ano é de R$ 5,5 bilhões. 
Para a bandeira amarela não há alteração, continuando a cobrança em R$ 2,50 por 100 kWh consumidos. Na bandeira verde, não há cobrança adicional. Mesmo com a queda para R$ 4,50, a "taxa extra" vermelha do setor elétrico continua mais cara que a cobrança prevista originalmente, que era de R$ 3 até fevereiro deste ano, quando os valores foram reajustados.
Na reunião de hoje, os diretores da Aneel chegaram a debater a criação de patamares diferentes de preço para cada bandeira, que representariam valores fixos intermediários dentro de cada cor, correspondendo à quantidade de térmicas em uso no País a cada momento. Mas, como essa proposta - formulada pelo diretor Tiago Correia - precisaria passar por consulta pública, a diretoria do órgão preferiu reavaliar o tema posteriormente.

Fonte: Blog do Josenias Freitas via Estadão

quarta-feira

Maior usina de energia solar do país será implantada na Chapada do Apodi

Um empreendimento grandioso com chances de insucesso igual a zero. É assim que o empresário Fernando Cirino Gurgel analisa o projeto de implantação da maior usina comercial de energia solar do país.
O empreendimento será instalado na região da Chapada do Apodi, no estado do Ceará.
A previsão é que, dentro de quatro meses, a usina já esteja em funcionamento com potencial de 3 megawatts, o suficiente para abastecer aproximadamente 2.500 residências todos os dias.
O empreendimento é fruto de uma parceria entre a empresa cearense Metaneide e a espanhola Endesa.
A usina solar ocupará uma parte da fazenda da Metaneide, na Chapada do Apodi, e utilizará painéis fotovoltaicos que serão fornecidos por empresas asiáticas.
"É uma energia renovável e limpa do ponto de vista ambiental. Afinal, o Sol tem domicílio aqui no Ceará", declarou Fernando Cirino à imprensa local.

Mossoró pleiteia implantação de empresa de painéis solares
Em julho de 2014, a prefeitura de Mossoró se reuniu com representantes da multinacional alemã Ren Energy para discutir um projeto de instalação da empresa de fabricação de painéis solares na cidade.
Na época, o então secretário de Desenvolvimento Econômico do município Mairton França, disse que esta seria primeira fábrica de painéis solares do Brasil.
O investimento seria de R$ 20 milhões e a previsão inicial é de gerar algo em torno de 100 empregos diretos.
O projeto ainda está em processo de implantão. Para se instalar em Mossoró, a Ren Energy, segundo seu diretor Jens Raffelieter, vai constituir uma nova empresa, com CNPJ local.

Fonte: Portal Mossoró Hoje