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quarta-feira

Teto de banheiro de hospital desaba sobre paciente idosa na Grande Natal

Teto de banheiro desabou sobre paciente e acompanhantes no Hospital Deoclécio Marques, em Parnamirim, na Grande Natal — Foto: Cedida
Uma paciente de 69 anos ficou ferida após o teto de um banheiro cair sobre ela e suas acompanhantes, no Hospital Deoclécio Marques, em Parnamirim, na Grande Natal.
O caso aconteceu por volta das 8h desta quarta-feira (11), segundo familiares da mulher. O fato foi confirmado pela Secretaria Estadual de Saúde.
Matéria Completa AQUI

Fonte: G1

terça-feira

População do RN perde o hospital com maior fluxo de cirurgias ortopédicas

O Hospital Regional Deoclécio Marques teve o serviço de ortopedia encerrado pelo Governo do Estado na tarde desta segunda-feira (04), após reunião com a Cooperativa Médica do RN – Coopmed-RN.
O Hospital concentra o maior serviço de ortopedia do estado, com mais de 100 pacientes internos aguardando cirurgia, realizando 2.500 atendimentos ambulatoriais ao mês e realizava 6 mil cirurgias ou procedimentos ortopédicos por ano.
O motivo foi o fim do contrato com a Coopmed que encontrava-se em trâmite desde o início do ano. Na ocasião, o Estado alegou impossibilidade de remanejamento de plantões já licitados.
A equipe de ortopedia não se responsabiliza pelas cirurgias a partir das 7h desta terça-feira (05), em virtude da não realização de licitação e nem renovação do contrato.
A reunião foi conduzida por funcionários da Secretaria sem a participação do secretário Cipriano Maia e nem do adjunto Petrônio Spineli.
O Deoclécio Marques foi fundado em 2004 pela então Governadora Wilma de Faria e é um Hospital referência em ortopedia, sendo um dos serviços mais requisitados atualmente pela população do Estado.
É o responsável pela resolução dos casos mais complexos de cirurgias ortopédicas, como cirurgias de pélvis e acetábulo, cirurgias essas não realizadas por outros prestadores contratados pela Sesap.

Fonte: Heitor Gregório

quinta-feira

Morre jovem com tumor gigante em SP; família fala em 'negligência'

Mike tinha tumor na coxa e aguardou por um mês transferência para uma unidade de saúde especializada — Foto: Arquivo PessoalEle foi transferido para unidade de saúde na capital paulista, mas já chegou com quadro de metástase. Mike Eduardo Andrade da Silva tinha 26 anos.
Morreu nesta quarta-feira (28) o jovem Mike Eduardo Andrade da Silva, de 26 anos. Ele ficou mais de um mês internado no Hospital Irmã Dulce, em Praia Grande, no litoral paulista, aguardando uma vaga para tratar de um grande tumor na perna. Uma semana após dar entrada na Santa Casa de São Paulo, ele não resistiu. A família acusa o hospital litorâneo de negligência.
Mike deu entrada no Irmã Dulce em 16 de julho com fortes dores e um inchaço na coxa. Segundo familiares, durante a internação, ele recebeu apenas medicação para aliviar a dor. Ele passou por consulta na Santa Casa de São Paulo, mas retornou ao litoral por falta de vagas.
Mike conseguiu a transferência para a Santa Casa de São Paulo, que tem tratamento oncológico, via Central de Regulação de Ofertas de Serviços de Saúde (Cross). A transferência seria em 12 de agosto, mas isso só ocorreu no dia 19.
"A biópsia que ele fez no Irmã Dulce não acusou nada. Em São Paulo, ele fez outra e constou o tumor", disse Luciane de Freitas, prima dele, ao G1 nesta quinta-feira (29). O exame mostrou que Mike já estava com metástase, quando o câncer se espalha por outros órgãos. Ele já não andava mais.
"Disseram que ele não tinha muita chance de vida", conta Luciane. A prima revelou que a Santa Casa solicitou ao Irmã Dulce um relatório referente a um procedimento cirúrgico que Mike fez na unidade, em 2012, para implantar uma placa na perna. Ele ajudaria no diagnóstico.
“Quando meu primo chegou em São Paulo, eles pediram um relatório da placa. Só hoje eles entraram em contato para dizer que estava pronto. Hoje, depois que ele morreu”, explicou. A família de Mike diz que o Hospital Irmã Dulce agiu com negligência.
"A gente acredita que a demora no tratamento aqui foi o que levou ele a morrer. Foi mais de um mês no Irmã Dulce a base de remédios, não foi feita tomografia. Com certeza foi negligência. Se ele tivesse recebido tratamento antes ele teria sobrevivido", desabafou.
O velório de Mike está marcado para começar às 8h desta quinta-feira, no Cemitério Municipal de São Vicente, e o sepultamento ocorrerá às 13h, no mesmo local.


Fonte: G1

quarta-feira

Exames iniciais confirmam primeiro caso de sarampo em criança no RN em 2019

Um exame confirmou o primeiro caso de sarampo em criança no Rio Grande do Norte em 2019. A criança - de 1 anos e 6 meses - foi internada no Hospital Maria Alice Fernandes, Zona Norte de Natal, no domingo (11). O resultado exame que confirmou a doença saiu na noite desta terça-feira (13).
A criança veio de Tibau do Sul, município no litoral Sul do RN, e estaria com a vacinação atrasada. Ela deu entrada no hospital com erupções vermelhas na pele, febre e tosse. O exame detectou anticorpo IgM específico para vírus do sarampo.
Todos os profissionais que tiveram contato com a criança passaram pelo "bloqueio vacinal" - que consiste na imunização de pessoas que tiveram ou poderiam ter algum tipo de contato com o paciente. O bloqueio vacinal é a forma sugerida pelo Manual da Vigilância do Ministério da Saúde para evitar a proliferação da doença.
No final de julho um homem foi diagnosticado com sarampo em Natal. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, ele mora na capital potiguar, mas teria sido contaminado em viagem a São Paulo. A cidade não registrava um caso de sarampo há 19 anos.
A Secretaria Estadual de Saúde Pública emitiu uma recomendação no início de agosto de que crianças de seis a onze meses de idade que vão viajar para estados com casos confirmados de sarampo devem tomar a vacina Tríplice Viral, ao menos 15 dias antes da viagem.
Sarampo no Brasil - Desde a primeira semana de 2019, o Brasil registrou 1.388 casos confirmados de sarampo. 95,2% destes casos ocorreram no Rio de Janeiro, em São Paulo, na Bahia e no Paraná. De acordo com o Ministério da Saúde, 53 cidades do país estão com surto da doença. Em março, o Brasil perdeu o certificado de erradicação da doença concedido pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS).

Fonte: G1

Cemitério de ambulâncias do SAMU no Centro de Zoonoses em Natal/RN

Através de denúncia, a Comissão de Saúde da Câmara de vereadores de Natal encontrou um “cemitério” de ambulâncias no pátio do Centro de Zoonoses, na Zona Norte de Natal. Cerca de 60 veículos entre motos e ambulâncias se acumulam no terreno da instituição.
Algumas ambulâncias estão com partes mecânicas retiradas, outras só possuem a carcaça e algumas aparentam não ter problemas.
O vereador Fernando Lucena afirma que todas elas se tornaram foco de dengue pondo risco à população. O prédio fica vizinho ao Hospital da Mulher. “É muito grave e está colocando em risco a saúde de servidores e da população”, destacou Lucena.
Dos veículos abandonados no terreno, existem 33 motos sucateadas. O vereador Franklin Capistrano, que também faz parte da Comissão de Saúde, reforça que o problema do “cemitério de ambulâncias” não é novidade. “Esse cemitério foi só transferido do bairro Nazaré para cá e só aumentou”, ressaltou.
O objetivo da visita dos vereadores é ressaltar a necessidade de uma investigação pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte.
De acordo com Secretaria Municipal de Saúde, as ambulâncias estão temporariamente estacionadas no terreno do Centro de Controle de Zoonoses, mas os agentes de combate às endemias têm monitorado, permanentemente, o local para evitar o surgimento de criadouros do Aedes aegypti.

Fonte: Jair Sampaio

terça-feira

Médico do RN desabafa sobre burocracia para fazer transplante de coração em criança de 7 anos

"Não se deveria fazer contas para tentar salvar uma vida", reclamou Madson Vidal em postagem que ganhou repercussão nas redes sociais.

O médico potiguar Madson Vidal fez um desabafo em sua rede social no último domingo (31) ao relatar a dificuldade para conseguir marcar um transplante de coração com urgência para uma paciente de 7 anos de idade, que está internada e sobrevive com ajuda de aparelhos no Hospital Rio Grande, na Zona Leste de Natal.
O relato do médico, que ganhou repercussão nas redes sociais do estado, clamava por um decisão rápida para Brunna Silveira Lopes pudesse receber o novo órgão. "Não se deveria fazer contas ou haver 'burocracias' para tentar salvar uma vida", exclamou na publicação.
O médico contou que Brunna nasceu com um problema chamado "transposição das grandes artérias" e que ela havia passado por um cirurgia paliativa ainda quando bebê. A criança, que pesa 30 quilos, sempre recebeu acompanhamento médico pela sua condição. Há 14 dias, ela precisou passar por um novo procedimento para melhorar a sua oxigenação, porque seu tom de pele estava cada vez mais "roxo". Neste novo procedimento, no entanto, o coração não suportou a circulação.
Brunna, que é paciente do Sistema Único de Saúde (SUS), hoje sobrevive por estar ligada a uma máquina de "oxigenação por membrana extracorpórea", conhecida como ECMO. Ela chegou a ser retirada dos tubos, mas não teve resistência para ficar sequer oito horas longe dos aparelhos.
Em meio a esse processo, o médico Madson Vidal e sua equipe pediram para realizar o transplante do coração, o que foi negado pela Central Nacional de Transplantes, já que o Hospital Rio Grande não havia sido credenciado para isso. Nenhuma outra unidade foi indicada, no entanto, apesar da urgência solicitada. A equipe médica recorreu à Justiça, mas também teve o pedido negado. "Enquanto isso, ela continua na UTI em estado grave", lamentou o médico, que já havia reclamado em sua postagem: "A burocracia é a mais importante que a vida e mata".
O apelo do médico nas redes sociais levantou a possibilidade de que Brunna seja levada para Recife para a realização do transplante, ainda sem data definida. "Ela vai precisar ser levada numa UTI aérea. Tem um transporte delicado, tem um risco, claro, mas a gente sabe que está tentando", explicou.
Pela situação delicada, Madson Vidal explica que a menina deve entrar na lista de prioridades da Central Nacional de Transplantes. "É importante que tudo se desenvolva de forma rápida. Isso porque hoje ela está ligada a máquina de ECMO, que pode lhe causar uma infecção ou outra complicação", fala.

Fonte: Passando na Hora

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sexta-feira

Clínica de hemodiálise em Pau dos Ferros poderá fechar se o governo do estado não repassar pagamento

A governadora Fátima Bezerra precisa em um ato humanitário e resolver a situação da Clinica de Hemodiálise de Pau dos Ferros.
Sem pagamentos, os exames e hemodiálise devem parar prejudicando mais de 100 pacientes que necessitam diariamente desses serviços. O governo do estado através da secretária de saúde vem segurando os repasses da instituição que resolveu comunicar aos pacientes a impossibilidade de continuar prestando os serviços.
“É uma causa de vida e valorização do ser humano” escreveu o paciente João Paulino que pede as autoridades e representantes do governo providências.
Fonte: Jornal Potiguar

segunda-feira

Servidores denunciam situação caótica do Hospitak Tarcísio Maia em Mossoró

Servidores fazem relatos da situação "caótica" do Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) em Mossoró, o maior hospital da região Oeste. Apesar do esforço louvável dos funcionários, a demanda alta e a falta de insumos comprometem o atendimento.
Nas redes sociais se espalhavam denúncias de falta de medicamentos básicos. Falta de tudo, desde antibióticos até Transamin, medicamento destinado para o controle e prevenção de sangramentos provocados por cirurgias, traumatismos e doenças com tendência a sangramentos.
Também há relatos de falta de esparadrapos, agulhas, luvas para procedimento, aparelhos de pressão com estetoscópio e oxímetro de pulso. Para não comprometer o atendimento, os familiares dos pacientes são obrigados a comprar do próprio bolso.
A superlotação é outro grave problema, divulgada insistentemente neste blog. Não há macas para todos e os pacientes se espalham pelos corredores. Muitas vezes recebem atendimento no chão. Alguns casos mais graves, como pessoas vítimas de infarto, tiveram que ficar em cadeiras na sala de medicação aguardando vaga em um leito. Uma situação deprimente para quem depende do serviço público de saúde.
As autoridades estaduais precisam tomar ciência da situação. A comissão de direitos humanos, por exemplo tem, por obrigação, de fiscalizar o que acontece no pronto-socorro do hospital, pois temos servidores competentes, mas sem condições de trabalho não conseguem fazer milagre.

Fonte: Ismael Souza

terça-feira

Edital para Mais Médicos no RN tem 139 vagas em 65 municípios

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O Ministério da Saúde publicou no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (20) o edital com 139 vagas em 65 cidades do Rio Grande do Norte para o programa Mais Médicos.
As vagas, abertas para substituir médicos cubanos, que começaram a deixar os municípios na semana passada, são para profissionais brasileiros e estrangeiros que tenham registro no CRM do Brasil.
Matéria Completa AQUI

Fonte: G1

sábado

Taboleiro Grande, São Francisco do Oeste e Riacho de Santana no RN não terão mais médicos cubanos

Oito cidades potiguares ficarão sem nenhum médico, após a saída dos 142 profissionais cubanos que atuam no Mais Médicos no Rio Grande do Norte. A informação é da coordenadora da comissão do programa no estado. Além de perderem os serviços, os municípios também correm risco de ficar sem repasses do governo federal para as ações de saúde. Ao todo, 489,9 mil potiguares serão afetados.
As cidades que devem ficar sem médicos são Bodó, Taboleiro Grande, Timbaúba dos Batistas, Vila Flor, que têm um profissional cada; além de Jardim de Angicos, Riacho de Santana, São Francisco do Oeste e Itajá, que contam com dois médicos cubanos cada uma.
De acordo com assessoria de comunicação da Secretaria Estadual de Saúde Pública, ao todo, 282 médicos estão em atividade no RN através do Programa Mais Médicos. Destes, 142 são cubanos e atuam em 67 municípios do RN.
No caso das oito cidades citadas acima, os cubanos são os únicos médicos. Com a saída deles, as equipes de enfermeiros, técnicos e agentes devem permanecer atuando nas comunidades, mas poderão ser desfeitas, caso as vagas de profissional médico não sejam preenchidas em até quatro meses.
De acordo com Ivana Fernandes, que é coordenadora da Comissão Estadual do Programa Mais Médicos no Rio Grande do Norte, conforme as regras atuais, se as cidades ficarem inconsistidas (sem médico) e não conseguirem contratar profissionais em até 90 dias, terão recursos federais bloqueados.
Caso passem quatro meses sem médicos, as cidades podem ser descredenciadas do programa Saúde da Família (onde os profissionais cubanos do Mais Médicos atuam), prejudicando toda a estrutura, como o pagamento do restante das equipes e causar a suspensão completa do atendimento à população.
Ainda não há data definida para os médicos deixarem o país, mas quando isso ocorrer, começará a valer o prazo para recomposição das equipes começaria a valer. A data ainda não é confirmada. A preocupação da comissão é justamente com a dificuldade para reposição dos profissionais.
Mesmo com a previsão de abertura de editais para reocupar as vagas, a situação é de alerta para quem acompanha o programa. Conforme Ivana, os editais são abertos inicialmente para profissionais brasileiros. Quando as vagas não são preenchidas, ele passa a acatar brasileiros que têm formação em outros países e não revalidaram diplomas.
Por fim, se ainda continuam sem ser preenchidas, as oportunidades passam a abranger médicos estrangeiros. Os cubanos entram numa quarta etapa, quando as possibilidades do edital se esgotam e entrar em vigor a cooperação que existia entre os governos brasileiro e cubano. "Eles (cubanos) vêm para locais que outros médicos não querem vir", explica.

Fonte: G1

sexta-feira

Pacientes lotam corredores do maior hospital do RN à espera de cirurgias ortopédicas

Sessenta e uma pessoas estão nos corredores do Walfredo Gurgel — Foto: Acson Freitas/Inter TV CabugiCerca de 2 mil pessoas estão na fila de espera do Hospital Memorial, que aguarda repasses atrasados do Estado e da Prefeitura de Natal. Walfredo Gurgel tem mais de 60 pacientes nos seus corredores.
Sessenta e um. Esse era o número de pessoas internadas nos corredores do Hospital Walfredo Gurgel, maior unidade pública de saúde do Rio Grande do Norte, nesta quinta-feira (1º), segundo confirmou a direção do hospital. Cerca de 23 aguardavam por uma cirurgia ortopédica. A superlotação acabou deixando pelo menos oito ambulâncias presas no local, por causa das macas que foram usadas como leitos improvisados nos corredores.
O problema aconteceu porque os pacientes recebidos pelo HWG, e que precisam de cirurgias ortopédicas, normalmente são encaminhados para o Hospital Memorial, através de uma parceria com o Governo do Rio Grande do Norte e a Prefeitura de Natal. Porém, os pagamentos do convênio estão atrasados.
De acordo com a unidade, o executivo estadual não efetua o pagamento há três meses, enquanto o atraso nos repasses da prefeitura chega a seis meses. A dívida já está na casa dos R$ 2 milhões, afirma a unidade. Com isso, o número de transferências caiu em 70%.
Segundo a assessoria do Hospital Memorial, a fila de espera dos pacientes para as cirurgias já ultrapassa o número de 2.000 pessoas em virtude dos atrasos nos repasses.
A Secretaria Estadual da Saúde Pública (Sesap) informou que enquanto o Hospital Memorial não faz os procedimentos cirúrgicos, vai disponibilizar material e reforçar a equipe médica do Walfredo Gurgel para tentar diminuir a superlotação.
Segundo a Sesap, pela ausência de documentos e informações do município de Natal, o termo de compromisso entre os entes públicos não foi finalizado. Dessa forma, a pasta afirmou que tem recursos, mas não tem um instrumento contratual que avalize o repasse. A secretaria afirmou que procurou o Ministério Público para encontrar um mecanismo, junto à Justiça, que dê o aval à transferência.

Fonte: G1

quarta-feira

Erros em hospitais matam 148 pessoas por dia no Brasil, mostra estudo

Erros em hospitais matam 148 pessoas por dia no Brasil, mostra estudo
Erros em hospitais brasileiros públicos ou privados matam cerca de 148 pessoas por dia, segundo pesquisa divulgada pelo 2º Anuário de Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil, produzido pelo IESS (Instituto de Estudos de Saúde Suplementar) e pelo Instituto de Pesquisa Feluma, da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais.
O número se compara aos registros de mortes violentas, cerca de 175 por dia, registradas em 2017.
No estudo, foram destacados os óbitos como “eventos adversos graves” como infecção generalizada, infecção urinária, erro no uso de medicamentos e hemorragia.
Ao todo, 54.076 pacientes morreram em 2017 por causa de falhas hospitalares.

Fonte: Notícias ao Minuto

Médico denunciado por morte em paciente de Felipe Guerra pode ir a Júri Popular

O Ministério Público do Rio Grande do Norte denuncia na Justiça o médico Gedegilson Galvão da Silva Moisés, por homicídio doloso, contra a dona-de-casa de Felipe Guerra/RN, moradora do Sítio Pindoba, Rita Maria Batista, que morreu no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM). O fato ocorreu em abril de 2012.
O processo que se arrasta desde 2013 teve sua última movimentação em 12 de junho de 2018, e aguarda as alegações finais da defesa do médico. Após isso, o juiz decidirá se leva a Juri Popular ou não. Caso a denúncia seja aceita pela Justiça, Gedegilson Galvão será julgado por um Tribunal do Júri Popular, que nada mais é do que um grupo de pessoas que são convocadas para ajudar a decidir se o réu merece a punição prevista em Lei ou não. 
Gedegilson Galvão teria, durante um plantão, no Hospital Regional Tarcício Maia, se negado a realizar cirurgia e a paciente faleceu. O fato ocorreu em abril do ano de 2012 e a denúncia foi feita na justiça no dia 30 de julho de 2013, na Iª Vara Criminal, em Mossoró, após a conclusão do inquérito policial. 
A dona-de-casa Rita Maria Batista havia se internado no Hospital Regional Tarcísio Maia com uma doença que impossibilitava dela defecar havia cerca de 3 meses. Os primeiros exames já mostravam a gravidade do caso. No dia 4 de abril de 2012, quando Gedegilson estava de plantão, foram feitas terapia laxativa e lavagem intestinal. O procedimento foi providenciado, porém não resolveu. 
Por volta das 17h, a enfermeira Sandra Andréia observou que o quadro ficou insustentável e relatou ao médico para que fosse feita a cirurgia imediatamente. Nesta ocasião, Gedegilson teria se recusado, dizendo que seu plantão terminava às 19h. Depois de uma longa agonia, a cirurgia foi feita depois das 21h por outro médico, porém já era tarde demais. Rita morreu na manhã do dia 5, em decorrência de insuficiência renal devido a desidratação e distúrbio hidroeletrolítico, obstrução intestinal, megacolon.
Segundo a denúncia, o médico deveria e poderia ter agido para evitar o óbito, pois tinha o dever legal de cuidado para com a paciente, além de ter assumido a responsabilidade de impedir o resultado (morte). Ao se omitir, quando deveria ter agido, o médico demonstrou pouco apreço pela vida humana. Em plena Semana Santa, dona Rita Maria Batista acabou crucificada pelo descaso, pelo desrespeito, pelo desdém com a vida humana. 

Fonte: Foco na Notícia

Com posto fechado médico atende pacientes embaixo de árvore em Umarizal!

Mostrando humildade o médico Bernardo Amorim falou que não tinha problema, pois estava debaixo de uma planta e fazendo o que gosta.
O Médico Doutor Bernardo, fez parte do seu atendimento em Umarizal, nesta terça-feira, 10, sentado na calçada de um posto de saúde. Motivo, o posto estava fechado e só abriria às 14hs. Sabe o que ele falou? “não tem problema estou debaixo de uma planta e fazendo o que gosto".

Fonte: O Mural de Riacho da Cruz

Com ambulâncias quebradas, Samu do RN tem atendimento suspenso

Ambulância do Samu quebrada é levada por guincho para conserto  (Foto: Paulo Martins/cedida)
As ambulâncias do Samu Metropolitano, responsável pela cobertura de atendimentos de urgência em toda a Grande Natal, não saíram do pátio da sede em Macaíba, na manhã desta quarta-feira (28).
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Norte (Sesap), a razão foi uma paralisação promovida pelo sindicato que representa os servidores. De acordo com os técnicos ouvidos pelo G1, porém, as viaturas estão sem condição de rodar.
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Fonte: G1

sexta-feira

RN não tem recomendação da vacina contra febre amarela

Os dados epidemiológicos da febre amarela no Rio Grande do Norte mostram que o RN não é área de recomendação de vacina, ou seja, somente as pessoas que moram no Estado, mas que vão viajar para as áreas de recomendação, devem procurar um posto de saúde, uma vez que não há evidências da circulação do vírus e nem caso confirmado da doença até o momento.
Para os potiguares é recomendado que se vacinem apenas as pessoas que vão se deslocar para aquelas áreas onde há transmissão e que tem recomendação de vacina. “A orientação é que essas pessoas procurem os postos de saúde com antecedência mínima de dez dias para se vacinar, munidos de comprovação de viagem (passagem aérea ou terrestre, comprovante de hospedagem ou endereço e contato de local em que irá se hospedar)”, explica a Coordenadora de Promoção à Saúde da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), Iraci Nestor.
A vacina contra a febre amarela é ofertada no Calendário Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) e é enviada, mensalmente, para todo o país. No Rio Grande do Norte foram disponibilizadas 55.300 doses no ano de 2017, sendo que o estoque atual na rede é de 11.110 doses. Todos os municípios estão abastecidos com a vacina e o RN tem estoque suficiente para atender a população nas situações recomendadas (viajantes com comprovação).

Fonte: Assis Silva

terça-feira

Febre amarela chega à Paraíba: Cinco casos suspeitos são notificados, diz Saúde

Cinco casos suspeitos de febre amarela foram notificados na Paraíba entre 1º de janeiro e esta segunda-feira (29), segundo informado no boletim informativo divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES).
Os casos estão sendo investigados, pois os cinco pacientes tiveram histórico de viagem para áreas com risco de transmissão da doença nos últimos 15 dias - São Paulo, Goiás, Minhas Gerais e Rio de Janeiro.
Segundo a SES, entre os casos registrados, quatro foram em João Pessoa e um em Alagoa Grande, no Brejo do estado. A secretaria ressalta que os casos seguem em investigação, aguardando resultados de exames laboratoriais e investigação epidemiológica.
A SES lembra que a Paraíba é considerada área livre para febre amarela, sem circulação viral. Porém, se faz necessário que os serviços de saúde públicos e privados estejam atentos a possíveis casos suspeitos, conforme Portaria nº 204/2016 e definição do Ministério da Saúde.
A portaria diz que “indivíduo com quadro febril agudo (até 7 dias), de início súbito, acompanhado de icterícia e/ou manifestações hemorrágicas, residente ou precedente de área de risco para febre amarela ou de locais com ocorrência de epizootias em primatas não humanos ou isolamento de vírus vetores nos últimos 15 dias, não vacinado contra febre amarela ou com estado vacinal ignorado”.

Caso descartado
O Hospital Universitário Lauro Wanderley, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), descartou um caso suspeito de febre amarela em um estudante após resultados de exames obtidos na tarde desta segunda-feira (29).
O estudante de João Pessoa voltou de São Paulo, zona endêmica da doença, em dezembro e procurou a UPA Oceania, no Aeroclube, neste fim de semana com “sintomas semelhantes aos da doença”, segundo o secretário de saúde de João Pessoa, Adalberto Fulgêncio.

Fonte: G1

quinta-feira

Com salários atrasados, servidores faltam e centro cirúrgico do maior hospital público do RN é fechado

Mais de 90 pacientes estão nos corredores do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal (Foto: Marksuel Figueredo/Inter TV Cabugi)
Centro cirúrgico fechado e pelo menos 93 pacientes nos corredores, sem banho, sem troca de curativos e aplicação de remédios. O cenário é o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, a maior unidade de saúde do Rio Grande do Norte, que funcionava com apenas metade da equipe de técnicos de enfermagem na manhã desta quarta-feira (20).
Segundo o Sindicato dos Servidores da Saúde do Rio Grande do Norte (Sindsaúde), pelo menos 40 funcionários faltaram ao trabalho por falta de condições de pagar uma passagem de ônibus. Os salários de novembro ainda não foram depositados e não há prazo para isso. O governo afirmou que paga os vencimentos de quem recebe até R$ 2 mil nesta quinta-feira (21), mas os representante da categoria alegaram que a maioria dos servidores da saúde não será contemplada nessa faixa salarial.
Luciana Paula Marinho, gerente do pronto-socorro Clóvis Sarinho, do Walfredo Gurgel, afirmou que os serviços como banho de pacientes, troca de curativos, aplicação de medicamentos ficou comprometida com a falta de servidores. Apenas as cirurgias de urgência e emergência são realizadas por uma equipe de plantão.
Em meio à confusão nos corredores, a técnica de enfermagem Maria José Macêdo, que trabalha há 25 anos no serviço público, questionava: “Alguém pode me ajudar pra voltar pra casa?”. Ela foi trabalhar sem dinheiro para voltar e recebeu ajuda de pacientes para conseguir pagar a passagem. “É triste depois de tanto tempo passar por uma humilhação dessa”, disse à reportagem.
“Eles (servidores) não têm culpa de nada, tentam nos ajudar mas não tem remédio. Fazem isso por amor mesmo”, disse o marceneiro Carlos Rafael Santos, paciente que ajudou a servidora.
O queijeiro Joseildo Alves, que está com uma fratura exposta, afirmou que desde a última segunda-feira (18) está sem tomar banho, esperando a cirurgia. Um paciente de 90 anos, com o fêmur quebrado, também estava na mesma situação, sobre uma maca que conseguiram para ele.
De acordo com o Sindsaúde, além do Walfredo Gurgel, o problema também atinge ontras unidades, como o Hospital Ruy Pereira, que também teve apenas quatro cirurgias eletivas realizadas durante a manhã, por falta de equipe. No Hospital Deoclécio Marques, em Parnamirim, das três salas de cirurgia, apenas uma funcionou durante a manhã, segundo Rosália Azevedo, diretora sindical.
Os servidores fazem uma manifestação na avenida Salgado Filho, no bairro Tirol, em Natal, quase em frente ao Hospital Walfredo Gurgel. No semáforo da esquina com a Rua Alberto Silva, os trabalhadores usam sacolas e caixas para pedir dinheiro aos motoristas. “A situação está muito grave e acredito que até o Natal ela vai piorar”, comentou Rosália.
O governo afirmou que está se empenhando em pagar os salários de forma mais rápida possível. Já a Secretaria de Saúde afirmou que está acompanhando a situação das unidades. 

Fonte: G1

quarta-feira

Falhas em hospitais matam 829 por dia

Cerca de 829 brasileiros morrem diariamente em hospitais públicos e privados por falhas que poderiam ser evitadas, segundo o Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil, realizado pelo IESS (Instituto de Estudos de Saúde Suplementar) em parceria com a Faculdade de Medicina da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).
O número equivale a três mortes a cada cinco minutos.
Esta é a segunda causa de morte mais comum no Brasil. Fica atrás apenas das doenças cardiovasculares, responsável pela morte de 950 brasileiros por dia, como estima a Sociedade Brasileira de Cardiologia. Mas é bem maior do que os óbitos causados por câncer (de 480 a 520 mortes/dia), violência (164 mortes/dia) e acidentes de trânsito (129 mortes/dia). 
Em 2016, 302.610 brasileiros morreram em hospitais como consequência de um "evento adverso", que inclui erros de dosagem ou aplicação de medicamentos, uso incorreto de equipamentos, infecção hospitalar, entre outros. "Não significa, necessariamente, que houve um erro, negligência ou baixa qualidade, mas trata-se de incidente que poderia ter sido evitado", explicou Tania Grillo, professora da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais e uma das coordenadoras da pesquisa. Ler Mais...

Fonte: Uol

sexta-feira

Médico tem que parar de fingir que trabalha, diz ministro da Saúde

Resultado de imagem para caos na saude publicaO ministro da Saúde, Ricardo Barros, defendeu nesta quinta-feira (13) a adoção de biometria em todas as unidades de saúde e de um “padrão de produtividade” para fiscalizar o trabalho de profissionais que atuam no SUS, em especial os médicos.
“Vamos parar de fingir que pagamos o médico e o médico parar de fingir que trabalha”, disse. “A biometria do funcionário vai permitir que essas pessoas cumpram o contrato que fizeram com o poder público”, afirmou.
Segundo o ministro, é preciso também estabelecer metas de desempenho para que as prefeituras possam fiscalizar o trabalho dos médicos, como tempo destinado às consultas, por exemplo. “Vamos estabelecer metas, e quem estiver abaixo do seu desempenho, vai ser chamado a aumentar sua produtividade.”
Ele cita como exemplo o parâmetro da OMS (Organização Mundial de Saúde), que prevê cada consulta dure cerca de 15 minutos. “Hoje o médico vai lá, faz quatro horas de concurso e marca 16 consultas. Ele faz cinco minutos de consulta e vai embora. Queremos o médico no tempo que concursou”, disse.
Em uma declaração polêmica, Barros afirmou ainda que muitos pacientes buscam diretamente o pronto-socorro dos hospitais porque médicos não cumprem a carga horária contratada nas unidades básicas de saúde, que deveriam responder pelo primeiro atendimento.
“O grande problema de saúde é que não conseguimos fazer com que o médico fique quatro horas na unidade de saúde. A pessoa que tem problema vai diretamente no hospital, porque lá ele sabe que vai estar o médico”, disse.
De acordo com Barros, cerca de 50% dos médicos que trabalham em municípios onde há biometria pedem demissão. “Tenho 100 horas contratadas, eles fazem 30. Se metade for embora e a outra metade cumprir as quatro horas, estamos aumentando a disponibilidade de médicos para a população”, disse, citando o fato de que a maioria têm mais de um emprego e, com isso, não consegue cumprir a jornada.
“Eles têm quatro, cinco empregos e não dão conta de cumprir o horário. Trabalha um pouquinho e faz de conta que está tudo certo. Vamos ter que parar um salário justo aos médicos e exigir que estejam lá à disposição da população”, completa.
Ainda segundo o ministro, o governo já publicou um credenciamento para selecionar empresas de informática para informatizar e ter a oferta de biometria nas unidades de saúde até 2018. O custo deve ser dividido entre União e municípios.
Essa não é a primeira crítica do ministro ao trabalho dos médicos. Nos últimos meses, o ministro entrou em atrito com entidades como o CFM (Conselho Federal de Medicina) após afirmar que os médicos brasileiros não mostram disposição para o trabalho. Na época, o conselho reagiu afirmando que o ministro demonstra “desconhecimento da dedicação dos médicos brasileiros na assistência à população” e “ignora os esforços despendidos por estes profissionais.”

Fonte: Folha Press